22 de Abril de 2010
Dessa vez demorou, hein? Mas apesar disso, a série não morreu, e não morrerá enquanto eu estiver vivo. O motivo principal do tempo que gastei dessa vez foi o tamanho da lista “D”, já notaram como boa parte dos jogos clássicos começam com essa letra? Poisé, e isso me fez perder algumas noites acompanhado de minha bebida preciosa, e claro, do espírito retrogamer além de tudo. Então vamos embora para mais um capítulo do livro, a lista “D” de Perdidos no Japão!

Com o Perdidos no Japão, tentarei fazer uma compilação de todos os RPGs lançados para Super Famicom, com o máximo de informações que conseguir coletar a respeito de cada RPG, acompanhados de uma mini-análise. Como são muitos RPGs (acreditem, são muitos mesmo!), e tenho que jogar e buscar informações sobre cada um, será algo que estarei lançando pouco a pouco, então decidi dividir o conteúdo de forma alfabética. Ok, chega de papo e vamos lá!
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Dai-3-Ji Super Robot Taisen
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Meio ano após a Guerra dos DC (Divine Crusaders), o mundo finalmente estava em paz, porém, os DC estão retomando forças junto ao clã Zabi. Temendo o pior, a Federação da Terra criou uma UN (Universal Network). Os heróis da Guerra dos DC mantiveram a paz, mas os políticos temiam seus poderess e por isso não estavam bem supridos. Em meio a isso, uma nova ameaça está surgindo.
Dai-3-Ji Super Robot Taisen, ou Super Robot Wars 3, para muitas pessoas pode ser mais um daqueles jogos de robôs e planetas explodindo, mas para os fãs de séries de animes de robôs clássicos, é imperdível! Nós comandamos a Londo Bell, que consiste na lendária White Base, os Gundams e os Super Robots como Mazinger, Raideen, Getter Robo e outros robôs lendários, para os fãs, isso já é motivo suficiente para jogar até o fim. Além do mais, Os gráficos são muito legais e os robôs são todos estilizados em SD (Super Deformed), o estilo do jogo é similar a Fire Emblem, e outra, é bem difícil. Mas a notícia boa é que está totalmente traduzido, obrigado AGTP!
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Dai-4-Ji Super Robot Taisen
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Se alguém souber japonês e puder me contar a história, ficarei muito grato! Mas enquanto isso não acontece, vou dar uma breve prévia do que aparenta ser uma excelente continuação de Super Robot Wars 3. A diferença fundamental é que agora as batalhas ocorrem na Terra, e você deve parar a guerra entre suas civilizações e as do espaço.
Os gráficos foram melhorados bastante, fornecendo mais realismo aos sprites dos robôs, sem contar os efeitos que estão muito melhores e as batalhas mais dinâmicas. A jogabilidade continua a mesma, mas novos robôs vão fazer parte do seu exército. A tradução está em progresso, assim quem sabe poderei dar mais detalhes em breve.
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Daikaijuu Monogatari
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Em uma terra mágica chamada Shelldorado, vivem criaturas que parecem bestas, mas apesar de suas aparências, elas possuem grande sabedoria. Muitos anos atrás, o Rei Demônio Fattobajah atacou essa terra, e só foi impedido pelo poder das 4 conchas elementais, e depois selado pelas Esferas de Aura. Após muitos anos, outro desastre, um meteoro caiu e causou enchentes, houve a pressentimento que poderia ser outra Esfera de Aura que não foi selada. Então invocaram você, o herói da Concha de Fogo, sua missão é encontrar os outros heróis e selar a nova Esfera de Aura.
O jogo parece ser um remake do RPG homônimo de NES. Possui gráficos bem simpáticos e coloridos, e as músicas são agradáveis. Enquanto a aparência do mundo lembra Dragon Quest, as batalhas lembram Phantasy Star 2 para frente, já que seus personagens aparecem em visão de 3ª pessoa na batalha. Bom, como muitos outros, é um RPG mediano. Ah, só para avisar, a tradução está incompleta, abandonada e só os menus e alguns itens estão traduzidos, mas se quiser arriscar…
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Daikaijuu Monogatari 2
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Hmm, preciso urgente de mais informações sobre esse jogo! Ainda mais porque parece que houve um grande avanço em relação ao primeiro jogo, e a história deve ser tão boa quanto. Além do mais, a série Daikaijuu Monogatari pode ser obsoleta aqui, mas no Japão parece que foi bem popular (para variar).
Os gráficos foram bem melhorados, com mais animações e cutscenes, que aliás, são muito detalhadas, afinal, 40 Mega de capacidade é um valor considerável para o SNES, as músicas também são bem legais, tanto que renderam até uma trilha sonora nas terras nipônicas. O estilo do jogo continua o mesmo, e as batalhas manteram-se idênticas, sem mais nem menos. Uma pena que não está traduzido, parece um RPG muito bom.
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Dark Half
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A luz transforma-se em escuridão, e retorna à luz, tudo começa e termina. Quando a terra foi criada, Rukyu já existia, ele governava a escuridão. O mundo dos humanos temia seu poder eterno, e nomearam-no Satã. Mas o herói divino Roda e 6 paladinos combateram o demônio e o confinaram, então finalmente a era do medo havia terminado… ou não?
Cenários góticos e músicas sombrias, Dark Half é um RPG diferente, onde a jogabilidade alterna entre Roda, o protagonista, e Rukyu, o antagonista. Os gráficos são bem detalhados e apresentam uma perspectiva isométrica de 3/4, lembrando muito o clássico jogo de PC Diablo, enquantos as músicas e sons parecem ter vindos direto de um filme de terror. As lutas também são diferentes, você batalha num campo estratégico onde todas as ações ocorrem por cálculos de tiles. Dark Half nem parece um RPG de Super Famicom, é instrospectivo e aborda temas pesados. Estranhamente, foi desenvolvido pela Westone, para quem não se lembra, a mesma empresa por trás da série Wonder Boy, e publicado pela Enix.
A tradução está parada desde 2005, e apesar do patch estar 26% completo, somente 15% dos diálogos estão traduzidos, uma pena, esse jogo realmente me interessou pela sua exoticidade.
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Dark Kingdom
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Em Dark Kingdom, você encarna um mercenário chamado Gene Dorman. Como em outras histórias tradicionais, você poderia ser um paladino que salvaria o mundo do mal, mas não, você está ao lado do próprio Rei Demônio, ao qual oferece seus serviços de mercenário. Como todo vilão, seu destino cruzará com o lado do bem, no caso, com o do herói Lux, e uma estranha conexão será revelada.
Assim como todo jogo que possui “Dark” no nome, não seria diferente, os cenários do jogos são sombrios, porém, o clima não é tão pesado quanto em Dark Half. Ao longo da aventura, demônios se unirão com você para ajudá-lo nos seu caminho negro. Apesar desses diferenciais, é um RPG tradicional, com exploração vista de cima e batalhas em primeira pessoa, em vários aspectos, lembra muito o famigerado 7th Saga.
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Dark Law: Meaning of Death
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No ano de 696, duas nações dividiam o mundo. o Rei Reynard governava o reino de Layfall, enquanto King Daruk reinava ao norte, em Amugnon. Juntos, seus poderes mantinham a paz, porém, uma catástrofe assolou o norte. As pessoas de Amugnon passaram por fomes e pragas, suas terras estavam em ruínas. King Daruk amaldiçoou seu deus, e seu ódio acordou o deus do Outro Mundo, que acabou com o balanço da Terra. Uma por uma, as pessoas de Amugnon foram transformadas em monstros, e espalharam-se por Layfall. Muito sangue foi derramado, tudo estava em ruínas. Vendo isso, Deus resolveu purificar a Terra, uma luz surgiu e aniquilou a humanidade. Agora é o ano de 996, e outra ameaça surgiu na Terra.
Dark Law é um RPG diferente dos padrões da época, com um pouco mais de complexidade, é uma continuação de Dark Lord, e oriundo de uma série de RPGs do mesmo gênero. Fora das cidades, temos uma exploração típica de um RPG tradicional, dentro delas, o gênero torna-se Adventure, onde exploramos os locais guiados a menus. Os personagens são genéricos, podendo-se atribuir pontos de status e profissões livremente. Se você já jogou Treasure Hunter G, vai notar a semelhança nas batalhas, onde a movimentação é estratégica e controlada por uma barra de limite. Dark Law é muito interessante, e o melhor, está 100% traduzido! A AGTP fez mais um ótimo trabalho de tradução.
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Der Langrisser
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Bernhardt, Kaiser do Império Rayguard, possui a poderosa espada Alhazard, mas existe outra espada que pode ultrapassar seus poderes, e somente com o poder das duas espadas ele poderá dominar o mundo. Para isso, eles tentarão usar a sacerdotisa Liana, e só você, Elwin, poderá resgatá-la, e também obter a lendária espada Langrisser, cabe a você decidir qual caminho seguir.
Der Langrisser é o remake de Langrisser II para Mega Drive, de uma série com jogabilidade semelhante aos populares Fire Emblem e Shining Force, mas não se engane, Der Langrisser, apesar de menos conhecido, pode ser uma experiência muito mais intensa. Os gráficos são bem detalhados e coloridos, com os traços do excelente desenhista Satoshi Urushihara, conhecido por seus trabalhos hentais (desenhos pornográficos japoneses), mas não espere isso aqui! Bom, as animações nas batalhas são ótimas, e as músicas são de arrasar. O grande destaque de Der Langrisser é a trama complexa, você terá liberdade total de escolhas, como sua classe e alinhamento (bom, neutro, mau), e em sua jornada, poderá seguir até 4 caminhos diferentes. Nem preciso dizer que esse é daqueles jogos dos quais esquecemos da vida lá fora.
Assim como Tactics Ogre, essa tradução foi uma das mais esperadas de todos os tempos, levando 6 anos para ser terminada, e agora está totalmente traduzida, um trabalho excelente para um jogo excelente, nada mais justo, então… jogue, oras!
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Down the World: Mervil’s Ambition
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Estamos na Era Negra do Japão. Você é um cadete que tem a missão de guardar o castelo, mas um dia, os monstros o invadiram, como última esperança, você foi enviado ao mundo moderno por um bruxo. E bom, você luta com palhaços assassinos que parecem ter saído do filme “It”, e depois é transportado para uma casa no meio do pântano (desculpem a falta de detalhes), e sua aventura começa!
O jogo possui gráficos simpáticos, com grandes sprites em estilo SD (Super Deformed), e quanto a música… bom, lembram da abertura de Tales of Phantasia? Poisé, aqui também temos uma música cantada! E as outras músicas também não deixam de ser bonitas. Mervil’s Ambition é um RPG tradicional, mas com batalhas um pouco diferenciadas, com uma arena de visão 3/4 e uma grade de tiles para movimentação, mas apesar disso, elas não são estratégicas. É, parece um RPG legalzinho.
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Dragon Ball Z: Chou Saiya Densetsu
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Cinco anos passaram-se após a vitória de Goku no 23º Torneio Mundial de Artes Marciais. Um extraterrestre chamado Raditz surge na Terra, e diz que Goku na verdade é Kakaroto, seu irmão da raça dos Saiya-jins, e que foi mandado à Terra para destruir a humanidade. Ao recusar unir-se a ele, seu filho Gohan é raptado. Agora cabe a Goku e Piccolo resgatá-lo e salvar a Terra.
Dragon Ball Z: Chou Saiya Densetsu é parecido com Dragon Ball Z: Kyoushuu! Saiya Jin de NES. Desculpem os fãs, mas não é só por que é Dragon Ball que vou proteger. Os gráficos realmente são ultrapassados, e as músicas resumem-se a alguns “blips-blops”. A jogabilidade é tão crua que dá indigestão, os encontros aleatórios são uma constante e as batalhas são demoradas, suas ações dependem do uso de cartas, e eu não gosto de jogos de cartas, seja truco, pôquer, magic ou yu-gi-oh.
Para quem for muito fã de Dragon Ball (muito mesmo!), a tradução está 99% completa, faltando só a abertura e alguns diálogos falados, portanto, é possível jogar até o final, e você será um herói lendário se conseguir, só não se arrependa pelo tempo que perdeu na vida.
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Dragon Ball Z: Super Gokuuden Kakusei Hen
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Se você leu o mangá ou assistiu o anime, então dispenso apresentações, mas para quem não conhece (se é que existe alguém), Dragon Ball conta a história de Son Goku, um garoto selvagem com rabo de macaco que vive sozinho, até encontrar uma garota chamada Bulma, e juntos, eles se aventurarão para encontrar as 7 Dragon Balls, que quando reunidas, invocarão um dragão que pode realizar qualquer desejo.
Em Dragon Ball Z: Super Gokuuden Kakusei Hen, sim, o nome é gigante, você viverá as mesmas aventuras da famosa série original. Os gráficos são bem caprichados e coloridos, cumprindo com fidelidade os traços do anime. Infelizmente, a jogabilidade não é tão amistosa, sendo que você praticamente assiste o jogo, e toma algumas decisões como num Adventure comum, a parte de RPG fica por conta das batalhas, que são bem simplórias. Bom, existem jogos melhores de Dragon Ball, além disso, a tradução não está completa, mas quem quiser arriscar, pode baixar o IPS.
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Dragon Ball Z: Super Gokuuden Totsugeki Hen
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O jogo começa após os acontecimentos do primeiro jogo, que na verdade foi lançado depois desse. 3 anos após a batalha com Piccolo, é chegado o 23º Torneio Mundial de Artes Marciais, tudo parecia muito fácil, mas eis que surge Piccolo, e a verdadeira batalha está prestes a começar!
Bom, assim como “Kakusei”, o jogo que vem antes mas depois, ou vice-versa, o estilo continua o mesmo, apenas dando continuação a história, e marcando o ínício da saga Dragon Ball Z.
O tradutor garante que todos os diálogos estão traduzidos, e não há outras informações, porém, isso não significa que esteja 100%, já que muitos outros detalhes estão intocados, mas é jogável até o fim.
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Dragon Knight 4
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Muitos anos passaram-se após Takeru ter derrotado o demônio final. Após casar-se com sua amada Luna, teve um filho chamado Kakeru. Com seus 15 anos, Kakeru só tinha um problema, ele adorava elfas nuas! Bom, mas outra ameaça surgiu, o mago demoníaco Lushifon quer transformar todas as pessoas em pedra, e assim controlar o mundo sem interrupção. Agora Kakeru vai ter que pensar menos em elfas peladas e mais em salvar o mundo junto com seus amigos.
Não, ainda não estou louco, e muito menos inventei essa história. Dragon Knight 4 é derivado de uma série de RPGs hentais (desenhos pornográficos japoneses). Surpreso? Bom, se você está aqui hoje, há uma grande possibilidade de Knights of Xentar ter sido um dos seus “passatempos” na adolescência, vai falar que não? Poisé, é o bisavô dele. Mas não espere que Dragon Knight 4 seja tão safadão quanto seus antecessores, afinal, ainda é um jogo de Super Famicom, portanto, você verá garotas com atributos, bem… avantajados, mas nada de cenas explícitas (aaahh).
Como a maioria dos jogos desse tipo, esperamos algo sem graça (tirando as elfas), mas não se engane, Dragon Knight 4 pode te surpreender com gráficos muito bem caprichados e coloridos, parecendo que saiu direto de um anime, além das músicas bem compostas. A jogabilidade é do melhor estilo Langrisser, onde cada unidade no mapa representa uma tropa, ao encontrarem-se com o oponente é iniciada uma visão de batalha 3/4 onde rola a ação. Bom, seria muito legal jogá-lo traduzido, pois mais do que ser um jogo safadão, ele é muito bem feito e divertido.
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Dragon Quest I & II
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Dragon Quest: Você é o descendente de Roto, um guerreiro lendário que trouxe paz ao mundo com a Esfera de Luz, mas agora ela foi roubada pelo Lorde Dragão, sua missão é honrar sua linhagem e resgatá-la.
Dragon Quest II: 100 anos após o descendente de Roto ter trazido paz ao mundo, surge um sacerdote do mal, Hargon, ele atacou o reino de Moonbrook, o primeiro de muitos para dominar o mundo, você, como príncipe de Laurasia e descendente de Roto, deve unir-se a outros descendentes e salvar o mundo.
Dragon Quest I & II foi um presente de Natal aos fãs japoneses da famosíssima série, os jogos foram relançados com gráficos e sons compatíveis com o poderio do Super Famicom, proporcionando uma aventura ainda mais espetacular e totalmente fiel aos lendários jogos de NES que deram partida ao gênero RPG no Japão. A jogabilidade continua totalmente fiel, e muitos detalhes foram melhorados, como botões de ação e fundos de batalha que antes eram pretos, agora apresentam cenários vívidos.
A tradução está tão bem feita que existem 2 patchs, o DQ (Dragon Quest), que é uma tradução literal dos nomes japoneses, e o DW (Dragon Warrior), que mantém os nomes da versão americana. Outro detalhe é que na época, o grupo RPGOne uniu-se com o grupo EvilTeam, um time brasileiro de romhacking, e trabalharam juntos para concluir essa tradução. Bom, o resultado está aí, em um trabalho mais do que excelente, perfeito!
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Dragon Quest III: Soshite Densetsu e…
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Muitos anos atrás, um demônio assolava o mundo, seu nome era Baramos, a esperança do mundo era um poderoso guerreiro chamado Ortega, bravamente ele seguiu sozinho para derrotá-lo, mas faleceu. Ao completar 16 anos, você, como filho(a) desse guerreiro, deve vingar a morte do seu pai e viajar pelo mundo com seus companheiros para salvar o mundo.
Dragon Quest III é o remake do famoso RPG de NES, e conta a história do(a) lendário(a) Roto, na jornada que antecedeu os primeiros 2 jogos. Mas por que dos “(a)”? Bom, na verdade nunca foi definido o gênero de Roto, portanto, é possível escolher entre o sexo masculino ou feminino ao iniciar o jogo. Os gráficos são arrebatadores, com ótima definição e muitas cores, com destaque para as animações das batalhas que estão sensacionais, e as músicas são verdadeiros petardos que renderam várias trilhas sonoras. A jogabilidade continua fiel ao original, que foi o primeiro jogo da série a contar com um sistema de gêneros e classes.
Essa tradução foi esperada por muito, muito tempo, e após mais muuuuito tempo, finalmente está terminada, e o trabalho está fantástico. O que mais posso dizer? Dragon Quest III é um verdadeiro clássico, se você ainda não jogou, o que está esperando?
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Dragon Quest V: Tenkuu no Hanayome
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Sua aventura começa viajando pelo mundo ao lado de seu pai, o grande guerreiro Lorde Papas. Durante sua jornada, você crescerá e se tornará um poderoso guerreiro, podendo seguir seu próprio destino, e também descobrir a verdade sobre sua mãe, Martha, que morreu logo após seu nascimento.
A falta de detalhes é proposital, já que a história é contada durante sua jornada, e esse é o charme do jogo, portanto, não é conveniente lançar spoilers. Dragon Quest V foi o primeiro jogo da série a ser lançado para Super Famicom, e é considerado um dos mais épicos. Seus gráficos são demasiados bons para a época, e as músicas são outros atrativos. A jogabilidade clássica da série foi mantida, mas agora é possível ter mais liberdade de ações, sendo que conforme o personagem cresce, é possível escolher com quem casar-se e formar uma família, além do fato de poder recrutar monstros para o seu grupo.
A tradução está completíssima e é possível jogar esse clássico até o fim sem nenhum problema, afinal, a série Dragon Quest merece!
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Dragon Quest VI: Maboroshi no Daichi
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Uma criatura maléfica chamada Maou Mudo está dominando o mundo, e todos que tentam pará-la, jamais retornam. Na companhia de uma jovem garota e um lutador de artes marciais, você tentará detê-la onde os outros falharam, então invoca um dragão e ruma ao seu castelo. Ao encontrá-la, seu poder é tão imenso que destrói todos em um piscar de olhos. De repente, você acorda, e… seria tudo um pesadelo? Você descobrirá em breve.
Dragon Quest VI é um dos RPGs top de linha do Super Famicom, com gráficos soberbos que alcançam o auge do aparelho, logo de cara você notará a semelhança com outro jogo famoso, Chrono Trigger, e não é por menos, além de serem contemporâneos, os desenhistas Akira Toriyama e Yuuji Horii trabalharam em ambos. As músicas também são de alta qualidade e memoráveis, rendendo pelo menos 6 trilhas sonoras! A jogabilidade mantém o padrão clássico da série, que apesar de manter a tradição, é um pouco arcaico, com as velhas ações dentro de menus e batalhas em 1ª pessoa, porém, foi o primeiro a ter inimigos animados, deixando as batalhas bem mais dinâmicas.
Em termos de diálogos e menus, a tradução está completa, porém, algumas frases levianas estão intocadas, além do fato de possuir alguns bugs fatais que podem travar o jogo, mas para o bem da nação nerd, é possível jogá-lo até o fim, e isso já é suficiente!
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Dragon Slayer: The Legend of Heroes
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Você vai entrar na pele de Selios, um jovem príncipe. Houve um dia em que Raiyas, seu professor, encarregou-o de recuperar uma arma mágica em uma caverna próxima. Mas ao retornar, seu lar estava cheio de monstros, então Raiyas mandou-o buscar ajuda num castelo aliado. Porém, ao chegar lá, o barão mandou aprisioná-lo. Felizmente, Selios conseguiu escapar, mas agora ele precisa salvar seu país, e para isso embarcará em uma jornada para encontrar aliados com o mesmo propósito.
Dragon Slayer é uma série de RPG desconhecida aqui, mas de longa tradição no Japão, Dragon Slayer: Legends of Heroes é o sexto jogo da série que começou no PC-8801, sendo que é o primeiro da saga Legend of Heroes. Os gráficos são básicos, típicos das primeiras levas de jogos do console, que ainda mantinham aspectos de 8-bit. As músicas são épicas, pois quando se trata de trilhas sonoras, a Falcom sempre manda muito bem. A jogabilidade é no melhor estilo Dragon Quest, porém, os inimigos são visíveis dentro de dungeons, lembrando EarthBound. Bom, eu sou suspeito para falar, pois sou fã de carteirinha da Falcom, então com certeza gostaria de uma tradução para me aventurar por esse mundo.
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Dragon Slayer: The Legend of Heroes II
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Após o príncipe Selios ter derrotado o demônio Agunija, muitos anos passaram-se em paz nas terras de Iseruhasa. Selios casou-se com sua amada Dina e tiveram um filho, o qual nomearam Atlas. Com o treinamento do professor Lowel, Atlas já era um guerreiro aos 15 anos de idade. Tudo ia bem, até que um um belo dia, dois guerreiros encontraram homens em roupas espaciais, pensando serem monstros, atacaram os viajantes. Seria isso um indício de que a paz havia terminado?
Legend of Heroes II continua extremamente similar ao seu antecessor. Aos gráficos foram dadas várias pinceladas, eles estão menos pixelados e é possível ver a tela toda agora, mas eu realmente gostava mais das músicas do primeiro jogo. As batalhas continuam as mesmas, mas agora os inimigos do mapa também são visíveis, sendo possível desviá-los, um alívio para quem tem pavor de encontros aleatórios. Bom, estranhamente o início do jogo é tão idêntico ao seu antecessor, que parece que estamos jogando um remake, mas não, não… é a continuação, garanto.
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Dual Orb
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Existe outro paralelo, outra realidade, nela habitam humanos como nós. Nesse mundo, os dragões eram os seres mais sábios e poderosos. Mas os humanos temiam seu poder, e distanciaram-se, destruindo o equilíbrio do mundo. Agora os dragões estão em extinção, e ninguém sabe sobre seus paradeiros. Você é Ralph, e no dia de sua graduação, foi enviado pelo seu mestre para encontrar-se com alguém. Ao chegar lá, o espírito do dragão criador do universo comunicou-se com você. Sabendo que é o escolhido, e com o poder da esfera mágica que contém a alma do dragão, você deve destruir o espírito malígno que deseja destruir o universo.
Dual Orb é um RPG tradicional japonês. Os gráficos são simpáticos e coloridos, e as músicas são agradáveis, mas nada de clássicos. As batalhas são em primeira pessoa, mas pelo menos os heróis aparecem na tela, com animações representando as ações escolhidas, assim como Lufia. Bom, por algum motivo estranho preferiram traduzir o seu sucessor e o deixaram para trás, vai entender.
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Dual Orb II
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Estamos no mundo moderno, com cidades de aço e ciência avançada. Mas um dragão surgiu e começou a destruir a humanidade. Alex, um cientista, sentiu que precisava salvar o mundo, e para isso precisaria sacrificar-se com o poder da esfera. O dragão foi destruído, mas o mundo retrocedeu à era medieval. Você encarna Aleth, um garoto que foi encontrado por um sacerdote do Reino Garade, e foi criado junto com o príncipe. Após Garade ser atacada pelo Imperador Odorath em busca de um artefato, você escapará, e começará uma jornada para descobrir sua verdadeira identidade.
A história de Dual Orb II me chamou muito a atenção, pois ela é bem elaborada, sendo que muitos pedaços só serão descobertos durante o enredo. Os gráficos são bem legais, houve uma boa evolução desde o primeiro jogo, agora fazendo bom uso do Mode 7, e as músicas, bom, continuam agradáveis. As batalhas agora possuem outra perspectiva, assemelhando-se aos jogos da série Breath of Fire, com um cenário de perspectiva 3/4 e heróis em tamanho real em relação aos inimigos, destaque para as caprichadas animações, porém, a única coisa que pecou mesmo é a velocidade, muito lenta. Para sorte de nós fiéis do RPG, o jogo está traduzido na íntegra pela TransCorp, é pegar para conferir!
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DunQuest: Majin Fuuin no Densetsu
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Um demônio aparece e incendeia um reino, então surge você, herói destemido, e o rei manda-lhe aniquilar todos os seres monstruosos que assolam suas terras. Bom, a falta de detalhes é devido ao fato de não haver informações disponíveis sobre esse jogo, mesmo assim, não vamos deixá-lo de lado, certo?
DunQuest tem gráficos legais, com um estilo cômico que eu gosto bastante, que são sprites grandes em SD (Super Deformed), os cenários também são grandes e isso é um diferencial, pois normalmente tudo é assimétrico num RPG. No entanto, as músicas são chatinhas, mas nada que atrapalhe muito. Pela sua movimentação em tabuleiro, a jogabilidade assemelha-se a jogos do tipo roguelike, porém, as ações não ocorrem por turnos, o que caracteriza-o como um RPG/Ação. Resumindo, DunQuest (ô nominho) é um RPG casual, daqueles para terminar em um fim de semana sem preocupação.
E chega ao final mais um episódio dessa extensa jornada. Para você que pegou o bonde andando ou quer recordar os episódios anteriores, veja a retrospectiva da série:
Perdidos no Japão: RPGs de Super Famicom – Lista “A”
Perdidos no Japão: RPGs de Super Famicom – Lista “B”
Perdidos no Japão: RPGs de Super Famicom – Lista “C”
Nos vemos no próximo capítulo da saga.
22 de Abril de 2010 @ 20:13
Fazia muito tempo que eu não tinha tanto prazer em lendo uma matéria de um blog gamer.
Também, a letra “D” guarda algumas dos melhores títulos na minha opinião. Sou fã de Dragon Quest.
Obrigado Kao!
22 de Abril de 2010 @ 20:18
Lista extensa essa, hein?
Aliás, já separei um dos Dragon Quest para jogar depois para a “redenção gamísitica”, portanto, podem até esperar algum comentário dele por aqui em breve (ou até mesmo um futuro retronado, quem sabe?).
22 de Abril de 2010 @ 21:45
Cara, tinha jogos aí que eu nem sabia da existência… O SNES realmente foi o console dos rpgs né?
Agora dando uma olhada de perto… como era comum fazerem as batalhas em primeira pessoa né?
23 de Abril de 2010 @ 9:55
Cansei! Que lista grande você tem!
O SNES tem milhares de RPGs, credo!
Gostei muito dos Dual ORb II e Drak Law.
Essa lista figura o Top de trabalhos memoráveis como a Cruzada do Gagá.
Parabéns!
23 de Abril de 2010 @ 17:20
Rapaz, olha os gráficos desse Dark Law… que coisa linda!!
Droga Kao, fica me fazendo babar com esse monte de jogo!! Eu não tenho tempo de jogar isso tudo po, caceta!! [Mode Preciso descontar em alguém ON] TE ODEIO!! KKKKK
23 de Abril de 2010 @ 21:18
@ Stuka
Opa, muito obrigado pelo elogio, que bom que gostou.
Fã de Dragon Quest? Somos dois então, fala a verdade, quem não gosta é porque não jogou direito, e tenho dito.
@ Meme
Não, não, o SNES não foi console dos RPGs, foi o imperador supremo dos RPGs.
É verdade, batalhas em primeira pessoa são um legado imortal de Dragon Quest, o que é bom nunca morre.
@ GLStoque
Rapaz, postei um comentário na sua entrevista, arrasou hein?
Obrigado pelo elogio, mas pode parar que não to com essa bola toda não, apesar de saber que o Gagá me copiou a idéia.
@ Sabat
Pára de reclamar Sabat, é só parar de trabalhar, namorar e ter uma vida, daí você consegue jogar tudo isso.
24 de Abril de 2010 @ 0:19
Pô, gostei desse último ae, o Dunquest, parece ser o tipo de RPG que eu gosto de destrinchar inteiro.
Belo post Kao, a lista está suprema, como sempre!
24 de Abril de 2010 @ 1:39
Cê viu, minino?
Tô me sentindo, A Bunita!
…
Se o Gagá copiou é porque você tá com a bola toda sim.
24 de Abril de 2010 @ 12:46
Ótima matéria! Há um oceano de jogos bons, não só RPGs, nas rom sets de sistemas como Super Nes, Mega Drive, Nes, etc. Qualquer um que tenha passado um dia inteiro jogando randomicamente estes games sabe o que digo. É muito bom ver uma matéria como essa, que não chove no molhado, mostrando o que pouca gente conhece.
E a grande maioria dos games parece ser ótima! Gostei especialmente dos três “Darks”.
Um conselho: aprenda Japonês (ou incentive os nossos grupos de tradução).
24 de Abril de 2010 @ 15:56
Parabéns pela excelente matéria, e estou aguardando para conhecer o resto do alfabeto destes ótimos jogos de RPG. Vou jogar alguns deles com certeza.
Espero que se possível (Se ainda estiver vivo … hehehe to brincando … vida longa ao Sir Kao) você possa tambem revelar pérolas escondidas de outras plataformas como Mega Drive, NES dentre outras.
Parabéns!!!
24 de Abril de 2010 @ 16:55
Dos jogos citados, posso dizer que já joguei a série Super Robot Taisen (GBA), Langrisser (SMD/GEN), Dragon Knight 4 (MS-DOS e Windows Remake), DQ I& II (em português), DQ do NDS e Dual Orb II.
São grandes jogos e valeu jogar noite adentro!
25 de Abril de 2010 @ 17:47
@ Cosmão
Obrigado Cosmão. Aliás, o DunQuest é muito parecido com o Crystal Beans que falei no capítulo anterior, vale dar uma olhada também.
@ Marcos “mcs” Valverde
Obrigado Marcos, que bom que gostou. Quanto ao japonês, já me cobraram várias vezes, e acho que realmente preciso tomar vergonha na cara e partir para um curso de japonês básico.
@ MCanalli
Obrigado MCanalli. Com certeza penso em extender essa matéria para outros consoles, quem sabe daqui uns 50 anos eu consiga terminar a de SNES.
@ gamer_boy
Olha só, então deixa de ser cara de pau e trate de fazer uns reviews para o blog, isso é uma ordem.
26 de Abril de 2010 @ 11:11
Kao acaba com nossas vidas pessoais!! eahueahaeae
poxa, sempre quando eu vejo um dragon quest me da uma dor no coraçao, de saber que a saga é tao boa e eu nunca ter jogado nenhum ¬¬, os jogos dessa ediçao estao um melhor que o outro hein eu fico vendo e me da uma enorme vontade de jogar =D haha. Destaque pro Dragon Quest III, caramba *-*
mando bem nessa kao!
27 de Abril de 2010 @ 15:26
@ Patrick
Valeu Patrick. Se for jogar Dragon Quest, recomendo começar exatamente pelo Dragon Quest III, que é o episódio mais famoso da franquia, além de ser um prequel dos jogos anteriores, uma verdadeira obra-prima.
27 de Abril de 2010 @ 21:27
Essa série , como eu ja disse anteriormente é nota 1000000000000000x
Futuramente euu pretendo imprimir e fazer um catalogo pessoal, com a sua permissão, KAO, parabens!
Mano eu como fãzanço de dbz eu AMEI o rpg dele, kkkk e SIM, eu gosto de cardgames, e SIM fui fanatico por yugioh por um tempão(o meu avatar nao me deixa mentir…) O rpg DBZ ai eu considero, na boa, o MELHOR rpg de dbz, pq alem de ser fiel, tem varios finais diferentes, e as batalhas sao muito bem reproduzidas, e assim, memso com os encontros constantes, nao chega a enjoar… so mesmo a parte musical q ficou devendo… merecia um REMAKE em HD.. ja pensou? rsrs
Dragon slayer…. não é aquele q tem partes hentai?
Draklaw é LINDO!!!!! Vou dar uma olhada depois…
DQ.. bem é um dos meus pecados….cara eu nao SUPORTO esse modo de batalha em 1ª pessoa.. puxa vida…. sabe qual game q eu consigo jogar q eh assim? MORROWIND, ou oblivion, rsrs deve ser poque vc ve ao menos suas armas,, e os inimios reagem tb… eu acho parado demais.. e é o q tem retardado eu sanar esse pecado gamistico.
Apesar que ia me aventurar justamente no 3 pq dizem ser o DQ que o FLY foi baseado… inclusive as musicas do anime são do game!
No mais, no aguardo da letra E!
ABRAÇÃO!!!
27 de Abril de 2010 @ 23:35
Dragon Ball Z: Chou Saiya Densetsu esse por incrivel que pareça eu joguei até o final, o ruim desse jogo é que o vegeta é bem forte, só que quando você consegue usa-lo para jogar no seu time (assim digamos)por várias vezes ele se recusa a lutar. Imagine a cena você esta com pouco de vida, enfrentando um adversário forte e decide usar o seu turno para chamar o vegeta pra lutar, quando vc chama o infeliz não vem! É de deixar qualquer um nervoso.
28 de Abril de 2010 @ 3:56
@ maverick
Incrivelmente eu também joguei esse jogo até o final, apesar de ser bem ruim, ainda joguei a versão em japonês, acredite! Lembro que (talvez pelo fato do jogo ser em japones) em uma parte do game que fiquei preso, ganhei tantos niveis que nem os inimigos, e nem mesmo os chefes conseguiam mais me dar dano! hehehehe
28 de Abril de 2010 @ 14:53
@ Nigazallucard
Thank you so much Nigaz! Claro que você tem a minha permissão, por que não teria?
O Dragon Slayer é um RPG bem comportado, o indescente mesmo é o Dragon Knight, mas acredite, é uma série de RPGs fantásticos, e não falo isso só pelas elfas nuas.
Eu entendo esse sentimento rapaz, muita gente desiste de Dragon Quest pelo estilo das batalhas, mas recomendo começar pelo DQ3, se mesmo assim for difícil de digerir, tente o DQ8, que já tem as batalhas bem diferentes, pelo menos no meu caso, deu vontade de jogar os antigos.
@ maverick
Jogou até o final? Rapaz, você é corajoso mesmo, mas eu entendo, acho que muita gente jogou na época por causa do anime, além de ser uma tradução antiga, então estão desculpados, mas eu não jogo.
Hmmm, já ouvi falar de um cara que fez pior…
@ Meme
E falando no cara, não é que ele aparece? Meme, vai te catar seu velho masoquista, se eu soubesse disso arranjava uma namorada pra você na época.
1 de Maio de 2010 @ 4:43
Cara, que trabalho fantastico esse…
Qualquer pessoa nascida entre 1980 e 1990, jogando esses jogos entre 1995 e 2000 seria muito feliz… Dessa lista cabulosa ae só joguei e conhecia o Dragon Ball Z RPG A Lenda do Super Sayadin, que joguei quando ainda tinha Super Nintendo, sem tradução, sem bateria e sem ter assistido o desenho, Dragon Ball ainda não tinha vindo para o Brasil, a gente conhecia apenas pelas revistas da epoca, Ação Games ou Heroi, comecei a jogar na sexta e tive que deixar o video game ligado o fim de semana inteiro, joguei por intuição, testando os menus e decorando, a vantagem de ele ser com cartas e imagens é exatamente essa, quem não conhece os caracteres japoneses decora as imagens, época muito boa… Os comandos de luta são cartas e os itens são os rostos dos proprios personagens do desenho…
Outra coisa, procurei no site, talvez eu não soube achar, que você não fez nenhuma materia sobre Dungeon Master ou Dungeon Keeper esse último de PC, se tiver pensando em fazer ou quiser alguma ajuda, estamos as ordens…
Só para fechar os Dragon Balls que você disse que você assiste as jogadas, tem um “Q” de reflexo nele, funciona mais ou menos como o Jogo Pedra-Papel-Tesoura (jankenpo), o inimigo faz o comando dele aparece na tela, ae você faz o seu, não lembro se é utilizando o direcional ou com o X,A,Y,B, cada comando vence, perde ou empata com outro, o que depois de um tempo deixa o jogo MUITO repetitivo pois você pode vencer o inimigo mais forte com seu personagem mais fraco apenas decorando os comandos… Sem contar que você joga com poucos (um ou dois) personagens também…
Sugestão faz uma lista dos piores RPGs feitos também… Lembro de um que parece MARAVILHOSO, mas 10 minutos depois você quer quebrar o cartucho… O nome dele é OBITUS, muito ruim, não lembro de ter jogado nada pior… Faz um artigo sobre isso também, aquele abraço e tá de parabéns pelo trabalho…
1 de Maio de 2010 @ 16:04
@ Solo Player
Rapaz, que comentário enorme, hehe, mas gosto quando as pessoas contam suas histórias aqui, eu acho bem motivador, pois todos somos nostálgicos.
O Dragon Ball Z eu já tentei, mas nunca consegui encarar a sério, comparado com os RPGs que já existiam na época, ele realmente é um pouco inferior, porém, entendo que muitos jogaram-no exatamente pela temática, sabe como é, fã é fã e não se discute.
Agora, já que citou o Dungeon Master e Dungeon Keeper, eu estou mesmo precisando de alguém para fazer reviews de RPGs para PCs, se estiver interessado, podemos bater um papo por e-mail.
Ah, a sugestão do “10 piores” é ótima, o Obitus realmente é ruinzinho, mas já vi até piores, e ando com vontade de dar algumas alfinetadas mesmo.
22 de Maio de 2010 @ 13:12
Afe, demorou mas consegui ler a série toda… pode mandar mais!
Tantos RPGs interessantes e tão pouco tempo… tá de parabéns pela série de post, Kao, está ótima!