8 de Fevereiro de 2010
Após mais uma longa jornada sem armas pelas profundezas do abismo escuro e sem fundo que é a minha vida, eis que retorno com mais um capítulo das intermináveis Novidades Romhackers! E claro, diferente do abismo, espero que elas nunca terminem mesmo. Não entenderam nada do que eu falei? Então não se preocupem, pois ultimamente já andam duvidando da minha sanidade mental. Mas vamos ao que interessa:


Final Fantasy VI é um RPG maravilhoso, e todos sabem disso, certo? Mas isso não encobre o fato dele ter vários bugs, alguns menos nocivos, outros que dão medo. A culpa disso? Bom, prazos e um sistema que não permitia atualizações, algo que melhorou muito ultimamente, mas que não tinha a mínima importância naquela época.
Quanto ao bug, bom, Final fantasy VI possui um sistema de cálculos de coordenadas num mapa de 32×32 tiles para determinar aonde ocorrem as zonas de batalhas aleatórias, porém, esse cálculo só ocorre em alguns eventos específicos, como o ato sair de uma batalha, de um menú ou de uma cidade. Isso gera um problema, por exemplo, se você sair do menú exatamente no delimitador onde ocorre a mudança de formação dos inimigos, e então dirigir-se à uma área adjacente, no momento em que a batalha iniciar, os monstros da área anterior irão aparecer, deu para entender?
Esse patch corrige esse bug de forma que o cálculo do redesenho da área de monstros seja feito à cada passo. O trabalho é obra dos romhackers Imzogelmo e Lenophis, e contém patchs para a versão do SNES e do GBA, porque a Square Enix não tomou vergonha na cara para corrigí-lo antes de relançar.


Mas afinal, o que é esse Tactics Universe? Bom, pegue Fire Emblem 7: Blazing Sword de GBA e hackeie até não querer mais, resultado, Tactics Universe! Capítulos, mapas, personagens, classes, animações, sprites, músicas e enredo, tudo foi alterado de forma a criar um novo jogo.
O enredo ocorre no continente de Elibe, o mesmo onde acontecem os eventos de Fire Emblem: Sealed Sword e Fire Emblem 7, e você, na pele de um jovem rebelde, deve fazer alianças e livrar o continente de ser dominado pelas forças opressoras de Etruria, onde os outros reinos falharam.
O projeto é obra de vários membros de um extinto fórum de fãs incondicionais da famosa série Fire Emblem, mãe dos RPGs Táticos. Após sua morte prematura, Blazer, o cabeça-mór do projeto, decidiu continuar a jornada sozinho e completou o hack, admiro essa coragem.
Para quem quiser conhecer mais sobre o jogo, eis um vídeo publicado pela comunidade:
Download do Tactics Universe (tem até capinha =D): Fire Emblem Shrine
2 de Fevereiro de 2010

Piece of Heart #3
Não tem como não achar este, está bem no caminho.
Infelizmente você terá que devolver o Bow Wow para a sua dona, mas ganhará algo em troca. Depois disto, vá na loja e compre a pá e bombas. Se ainda não fez as trocas, agora é um ótimo momento para tal.
Bow Wow demostrando todo seu carinho
Depois de tudo preparado, siga ao leste da vila e depois para o sul, entre na casa e converse com o Richard. Ele contará que seus empregados ficaram malucos e o expulsaram de seu castelo. Ele comenta que pode ajudar a achar a chave para a “Ukuku Prairie”, mas para isto precisa de 5 folhas douradas que deixou no castelo. Iremos para lá, que fica indo ao norte de onde está.
Se tiver 5 Secret Seashells, passe antes na “Seashell Mansion” e pegue a 6ª Seashell. A “Seashell Mansion” fica indo para o sul e depois ao leste, numa bifurcação antes do castelo. Obs.: você tem que estar com as quantidades exatas! Se chegar com 6 Secret Seashells ele não te dará a Secret Seashell, isto vale também para 10 Secret Seashells!
Quando chegar ao castelos aproveite e tire uma foto com o fujão do Richard na porta do castelo, siga uma tela para leste e encontrará um macaco, troque a sua banana pela ponte e pegue o graveto que eles deixaram. Explorando um pouco você acha a passagem para dentro do castelo.
Seashell Mansion
Link, Richard e seu castelo
Dentro do castelo ache as cinco folhas. Duas das cinco folhas você acha fora do castelo.
Tem algo estranho aqui…
Mais um velho conhecido.
Depois de pegar as 5 folhas douradas, é hora de voltar para a “Richard Villa”, ele te cumprimentá pelas 5 folhas e andará um quadrado para o lado.
Entre na caverna e siga pelo labirinto dos matos, cuidado com os buracos até chegar na coruja, use a pá e a “Slime Key” é sua.
Então é hora de entrar na …
Esta dungeon é meia esquisita, acho que houve muita discussão nela, pois ela tem uma small key a mais para evitar que o jogador fique preso. Se ficar sem small key, tente matar todos os inimigos da sala, este é o gatilho mais comum da dungeon.
Será que tem alguma coisa aqui?
Mini-Nightmare
Mini-Nightmare – É um outro velho conhecido (Legend of Zelda 1 agora), então já sabe o que fazer. Como a quantidade de bombas é pequena, procure tentar pegar a bomba de volta, não tenha medo, a sua própria bomba não te machuca. São 3 bombas cada.
Nightmare – Primeiramente bata no olho e corra com a espada para separar em dois, esta parte é meio chatinha, depois de separados e só sair na espadada, quando eles pularem, tente pular antes de que caiam no chão, senão ficará paralisado.
Pegasus Boots
Leap of Faith
Cadê?
Corra com a espada quando estiver assim…
O terceiro instrumento.
Agora o “Sea Lily’s Bell” é seu! Ufa… Esta foi uma das partes longas. Semana que vem tem mais!
1 de Fevereiro de 2010
Saudações leitores do Retro Fantasy!
O meu nome é Adney e acredito que alguns leitores daqui já me conhecem. Caso não me conheçam, sou o blogueiro responsável pelo GAMERETRÔ. O que vocês não sabem ainda é que, graças a uma oferta mais do que sedutora feita pelo editor-chefe Sir Kao, agora eu também faço parte do Retro Fantasy!
E, para felicidade de todos que amam RPGs, a minha especialidade por aqui será os Diários de bo…, ops, os Retronados! Mas não pensem que teremos toda a série Final Fantasy sendo destrinchada, ou mesmo a série Dragon Quest. Para falar a verdade, irei me especializar em RPGs menos conhecidos do pessoal, ou, melhor dizendo, aqueles da era 16-bits que nunca chegaram ao Ocidente. Aproveitando a seção “Novidades RomHackers” do blog, desbravaremos as terras até pouco tempo atrás desconhecidas do povo Ocidental, e que só foram trazidas a tona graças a grande comunidade romhacking presente na blogosfera. Sendo assim, podem esperar grandes surpresas por aqui!
E, antes de revelar qual será o primeiro jogo a ser destrinchado, faço uma pergunta aos leitores: Qual foi o último jogo da Square lançado para algum console da Nintendo, antes da reconciliação das duas empresas anos depois? Se você respondeu “Super Mario RPG”, parabéns, a sua resposta está…
ERRADA!!!!!
Na verdade o último jogo lançado pela Square antes da reconciliação foi…

Treasure Hunter G foi lançado em 24 de maio de 1996 para o Super Nintendo e no natal de 2007 para o Virtual Console. Detalhe: ambos os lançamentos foram apenas para o Japão. No entanto, em 2002, graças ao pessoal do Metalhawk, boa parte do Ocidente pode conhecer esse jogo, graças a um patch de tradução para o inglês produzido pelo grupo (O jogo já patcheado você pode adquiri-lo aqui). O jogo, desenvolvido pela Sting Entertainment e distribuído pela Square, trouxe algumas novidades que não eram vistas normalmente em RPGs do SNES, como gráficos 3D (cuja primeira incursão da Square nesse filão foi o próprio Super Mario RPG) e um sistema de batalha bastante interessante (e que seria aperfeiçoado em Final Fantasy Tactics), onde o foco é bem mais acentuado na tática adotada do que no poderio dos seus personagens.
Bom, com isso, termino a minha apresentação, e espero que vocês acompanhem essa e mais outras aventuras em terras desconhecidas no mundo dos RPGs que nunca foram lançados no Ocidente! E, antes que alguém pergunte, o GAMERETRÔ continuará a todo vapor (o que significa de 1 a 2 posts por mês). Começaremos a nossa jornada na quarta-feira, com a primeira parte do…
Até a próxima e bons RPGs a todos!
29 de Janeiro de 2010
Olá meus jovens e jovas, após algum tempo sem grandes novidades no mundo do romhacking, retorno com 2 ótimos destaques para salvar o mês que já está indo embora, em mais uma edição das Novidades Romhackers!


Vai falar que nunca assistiu esse anime… ah sei, enquanto esperava Dragon Ball Z, né? Tá bom. É que nessa época existia o lendário programa Band Kids, que exibiu alguns animes de qualidade, como Bucky (Jibaku-kun), El Hazard, Tenchi Muyo e claro, Dragon Ball Z no final, para fechar com chave de ouro, alguém se lembra?
Lançado para Super Famicom, Tenchi Muyo é um jogo, é um RPG, e também é ruim. Tirando todas as cores que quase me cegaram, até que os gráficos são digeríveis, mas aqueles cenários e bonecos não me tiram o fato de que ainda parece um jogo da Barbie, e o que falar das empolgantes batalhas em câmera lenta? Para completar, ainda temos alguns gritinhos para animar, do tipo “Hashoymakigô!!!” ou “Suamãetambém!!!”. Resumindo, ainda está para nascer um RPG baseado em anime que consiga me entreter por mais de 2 minutos, e pensando bem, sabe que até daria uma boa análise? “Anime RPGs – A fina arte do masoquismo”.
O jogo foi traduzido por um velho colega de romhacking, o Tiozinho da Telesena do PO.B.R.E., e espero que ele não veja todos esses elogios que escrevi, senão é capaz de me mandar um carbúnculo por correio, mas calma meu amigo, estou falando do jogo, o trabalho em si está excelente, meus parabéns!
Download do IPS: PO.B.R.E.


Dragon Quest V foi originalmente lançado para Super Famicom em 1992, sendo o primeiro jogo da lendária série a aportar no console. O primeiro remake foi feito para PlayStation 2 em 2004, porém, para variar um pouquinho, nós ocidentais fomos mais uma vez ignorados, fato que foi compensado no posterior remake para Nintendo DS, lançado em 2008 no Japão, mas em 2009 no resto do mundo.
Você entra na pele do filho do lendário guerreiro Lorde Papas, e acompanhará o seu crescimento até tornar-se um grande guerreiro, assim como o seu pai, com o objetivo de vingar sua morte e descobrir a verdade sobre sua mãe, Martha, que morreu logo após seu nascimento. A versão de PS2 é muito bonita e fiel, passando toda a sensação de estarmos jogando o original de Super Famicom, mas com gráficos 3D caprichados e belas músicas orquestradas.
O trabalho foi feito com muito suor pelo Tom-Servo, do grupo DQ Translations, e já era aguardado por um bom tempo. Com esse lançamento, o único jogo da série central que ainda não foi traduzido é o remake de Dragon Quest IV para PlayStation, mas ainda chegaremos lá!
Download do IPS: DQ Translations
Minha cabeça já não anda aquelas coisas, pois tinha esquecido de colocar antes, mas só para constar, esse é o post de número 100 do Retro Fantasy, portanto, gostaria de agradecer imensamente a todos os amigos e amigas (mesmo que poucas) que sempre visitam este humilde blog de velharias, e ainda mais aos que comentam, sempre leio e aprecio todos os elogios e críticas, pois acho que só dessa forma terei o retorno necessário para continuar com esse trabalho de maluco.
Vamos sempre manter a árvore dos RPGs clássicos viva e cheia de frutos, afinal, ela só seca e morre se esquecermos, e garanto que tentarei fazê-la durar o máximo possível, pois seus bons frutos, mesmo que caídos, continuam saborosos. Muito obrigado amigos!
27 de Janeiro de 2010

Vou colocar aqui as coisas extras que você pode achar na parte anterior, como Pieces of Heart e Secret Seashells.
Piece of Heart #1
Piece of Heart #2
Para pegar o segundo Piece of Heart, você precisa pescar o peixe grande que está debaixo do porto, leve pelo menos 30 rupees.
Secret Seashell #1
Na parte anterior, ficamos sabendo da existência de mais 7 instrumentos, que juntos serão capazes de acordar o Wind Fish. Ainda temos que ir para a o pântano.
Quando você chega na vila, é surpreendido com a notícia de que os Moblins sequestraram o Bow Wow de estimação da Meow Meow, então é cargo seu buscar ele de volta. O esconderijo dos Moblins fica ao norte da casa da bruxa, mas ante de entrar vá um pouco a oeste até achar uma casa com uma câmera em cima (se você não estiver jogando a versão DX, esta casa não irá aparecer) . Entre, converse com o rato e tire uma foto. Depois entre na caverna, derrote os Moblins e resgate o Bow Wow.
Só assim fico bem na foto.
Acredite, este é o mais poderoso deles.
Depois de resgatar o Bow Wow, faça o que a dona dela diz, leve ele para passear. De preferência no “Goponga Swamp”. Só ele consegue comer as plantas do pântano. Entre na caverna e estará no…
Esta caverna é um pouco mais difícil do que a primeira, mas é bem linear, um conselho é pegar a primeira small-key e abrir a porta que fica à esquerda para pegar o bico da coruja, neste level ela dá uma ótima dica.
Shyguy.
Mini-Nightmare.
Bracelete.
Já perdi um dia nesta sala.
Mini-Nightmare – Dê espadadas nele até ele cair. Evite sair do chão quadriculado.
Nightmare – Ele é um palhaço super confidente que se esconde num pote, depois que ele tacar os seus fogos e entrar no pote, bata no pote e arremesse ele contra a parede, até estourar. Depois disto é só bater nele quando juntar as duas imagens..
Desvie dos fogos.
Bata no palhaço.
O segundo instrumento musical.
Depois de acabar com a palhaçada, o “Conch Horn” é todo seu! Na próxima parte exploraremos as Pradarias da ilha.
25 de Janeiro de 2010
Ora ora, finalmente tenho mais um motivo para ter um iPhone, pois além de Golvellius, relançamento do clássico de MSX e Master System, sobre o qual falei em um post quando o blog ainda engatinhava (voltar no tempo), agora temos Final Fantasy I e II para iPhone!

Lançados respectivamente em 1987 e 1988 para Famicom, o patriarca dos RPGs japoneses, é notável a quantidade de relançamentos que esses dois RPGs tiveram, e ainda mais notável se alguém falar que não conhece a série. Poisé, e depois de passar por muitos consoles, a Square Enix que não é boba nem nada assina embaixo para lançar a expandir a franquia no brinquedinho da Apple.

Julgando pelas fotos, a versão de iPhone será baseada nos remakes comemorativos da série “Anniversary Edition”, lançados para PSP em 2007. Os gráficos e sons estão fiéis à versão do portátil da Sony, porém, o sistema foi alterado de forma a ficar mais simples e cômodo para os usuários do iPhone, como a possibilidade de jogar tanto por teclado virtual quanto por touchscreen.
O interessante é que a Square Enix anda se adaptando a novas formas de divulgações de mídia, no caso, ela fez o anúncio oficial através da sua página no Facebook e no seu Twitter, que também podem ser acessados através da página oficial dos remakes. Hoje mesmo ela divulgou mais uma foto, dessa vez da tela de seleção de jobs no início do jogo. É isso aí, modernizar para aproximar-se dos fãs, estou gostando de ver.

Bom, ainda não foram divulgados preços e datas de lançamento, mas parece que não vai demorar muito, já que esses relançamentos são espécies de aperitivos para o que virá em Março, o mega aguardado Final Fantasy XIII, e podem falar o que quiserem, mas eu não tenho o mínimo de interesse nesse bebê, já que a série Final Fantasy foi enterrada junto com os seus avós, muito tempo atrás.
23 de Janeiro de 2010
A quarta edição da revista digital Game Sênior, que é voltada para os games clássicos, foi lançada hoje, e traz, entre outras coisas, uma matéria especial sobre o clássico RPG Final Fantasy VI! Confira a capa da publicação logo abaixo:

A Game Sênior nº04 pode ser baixada pelos seguintes links: 4Shared, MegaUpload e Rapidshare.
A revista pode ainda ser visualizada online via issuu!
Game Sênior: Diversão do passado sempre presente!
21 de Janeiro de 2010

Olá, sou mahousenshi, e vou lançar aqui um “retronado” de um ótimo jogo para Game Boy. Não parece, mas ele é bem envolvente.
A minha intenção neste “retronado” é fazer você explorar este jogo, assim, ele será bastante enxuto no que diz respeito a direções e mais rico em dicas.
Um outro ponto menos importante, é que pessoalmente não acredito na existência de uma timeline para o Zelda, acredito que sejam jogos cada um no seu tempo e espaço. Existem sim elementos de ligação, mas não passam de “coincidências”.
Bem, chega de lero lero e vamos começar o jogo.
Link está navegando com o seu barco, de repente surge uma tempestade, ele ainda tenta fazer alguma manobra, mas um raio acaba atingindo em cheio o nosso herói. Na manhã seguinte, uma bela jovem está andando na praia e vê algo, ela sai correndo e percebe a presença de um corpo, será que o nosso herói ainda está vivo?

O jogo começa com você acordando na casa de Marin. Ela conta que esta em na Ilha de Koholint. Depois de se levantar converse com o seu marido, Talon, assim ele lhe dará o seu escudo e falará que algumas coisas suas estão ainda na praia e para tomar cuidado com os monstros, que estranhamento surgiram na ilha depois que chegou, então como dito, parta para o sul atrás de sua espada.
Quando estiver bem perto de pegar a espada, uma coruja irá te interromper e começará a falar sobre um tal Wind Fish, e que só poderá sair da ilha depois que o tal for despertado, e ainda que deve seguir para o norte para a “Mysterious Forest”. Ok! Peguemos a espada e seguimos para a tal floresta.
Tem livros interessantes na biblioteca..
É sua porque tem o seu nome nela.
Chegando na “Mysterious Forest”, você será interrompido novamente pela coruja, ela comenta sobre a “Tail Cavern” que fica ao sul da vila, mas que a chave para a caverna se encontra na floresta. Explorando a floresta você encontrara um Guaxinim, quando você seguir será interrompido por ele e irá dizer que ficará perdido, continue seu caminho… e.. aonde estou? Aperte SELECT e perceba que você mudou de posição no mapa, se for esperto perceberá também que este é o único caminho para um baú, e é nele que esta a chave para abrir a caverna.
Explorando mais a fundo, você encontrará com uma casa de uma bruxa, ela dirá que precisa de cogumelos para fazer uma poção. O cogumelo está na saída de uma caverna que se encontra na floresta. Depois de fazer a poção, use no Guaxinim, então descobrirá que na verdade é um homem que virou um Guaxinim por causa do cogumelo…. Qual é o problema do Miyamoto com cogumelos? Ou será que o os cogumelos têm problemas com o Miyamoto? Parece que a segunda opção é a mais provável.
Guaxinim.
Todos são comestíveis, alguns só uma vez.
A Coruja irá aparacer novamente pedindo que vá ate a caverna e pegue o instrumento que esta escondido lá. Antes de ir na caverna, você pode ir adiantando algumas coisas. Primeiramente jogue o jogo da guarra que fica a sudeste de onde começa e pegue o Yoshi, leve ele para uma casa que fica mais ao norte da vila, troque pelo laço, depois vá ate a casa que tem um Bow-Wow como cão de guarda, entre na porta à direita e troque o laço pela comida enlatada de cachorro. Depois vá para bem perto de onde pegou a espada e ache um jacaré(?) que vende bananas(??), dê para ele a comida de cachorro enlatada(???) e em troca ele te dará uma penca de bananas.
Prova definitiva que cogumelos têm problemas com Miyamoto…
Agora com as trocas feitas, vá até a entrada da “Tail Cave” e use a chave na fechadura para entrar na …
Esta caverna é muito simples, não tem nada de muito misterioso nela. Se ficar preso em algum canto, deixe um comentário.
Se tivesse isto nos outros Zeldas…
Mini-Nightmare.
Mini-Nightmare – Pule a barra com espinhos e bata no chefe, simples assim…
Nightmare – Se já jogou Zelda de SNES já sabe como o derrotar, senão é só acertar o seu rabo, não se perde energia ao cair.
Déjà vu…
A recompensa…
Depois de uma árdua luta contra o nightmare, o “Full Moon Cello” é todo seu, parabéns!
Após sair da caverna, você vai se encontrará com a coruja novamente, que comentará que será preciso pegar mais 7 instrumentos. Acho que já esperavam por esta… E fala que o pântano fica ao norte, então… iremos até lá, mas não desta vez. Espere até o outra parte do “retronado”!
18 de Janeiro de 2010
E chega mais uma segunda-feira na vida de nós, trabalhadores, estudantes, guerreiros, magos… seja o que for, acho que desempenhamos um pouco de tudo no dia-a-dia. A segunda é aquele dia que toda a rotina recomeça, de acordar cedo, jogar o despertador na parede, falar um vai pro inferno bom dia pro chefe e torcer pra que sexta-feira chegue logo, mas sempre vai demorar o mesmo tanto de tempo, mesmo você falando que demorou ou passou rápido, não adianta chorar.
É por isso que em um dia maravilhoso como este, nós merecemos uma coisa dessas ao final do dia:

Agora vai me falar que você nunca ficou chutando as galinhas enquanto a coitada da princesa Zelda ficava te esperando, acorrentada, passando frio e fome enquanto Ganondorf fazia de tudo com ela (ô mente poluída), hein?
A tirinha é do bem-humorado desenhista brasileiro conhecido como Ryot, que já tem um prestígio considerável na web, até internacional, pois só para vocês terem idéia, vi ela no Tiny Cartridge. O cara tem outros trabalhos muitos criativos e hilários que costumam ser uma febre, algumas vezes satirizando jogos clássicos, como Mario e Sonic.
Já deu a risada do dia? Então consegui o meu objetivo, agora entre no blog do rapaz, o Ryot IRAS e termine esta segunda cruel dando muitas risadas.
13 de Janeiro de 2010

Considerado o tendão de aquiles da série principal de Final Fantasy, e o único do console a não sair do Japão, Final Fantasy V talvez não tenha obtido a chance que mereceu, seu incrível e divertido sistema de classes derivado de Final Fantasy III comprova isso.
Desenvolvedora: Square
Distribuidora: Square
Gênero: RPG
Tamanho: 16 Mega
Lançamento: 06/12/1992 ![]()
Há algo de estranho acontecendo no mundo todo, o Rei de Tycoon está preocupado, o vento parece ter parado, prevendo o pior, ele decide subir até as torres mais altas de seu castelo, onde descansa seu imponente dragão, Hiryuu, e com ele voar até o Santuário do Vento, local onde encontra-se o Cristal do Vento. Sua filha e princesa de Tycoon, Lenna, sente que algo ainda pior acontecerá, mesmo assim, sabe que não poderá impedí-lo de partir, um Rei deve cumprir suas responsabilidades.
Ao chegar em seu destino, o Rei entra na sala do altar do Cristal do Vento e depara-se com algo estranho, o Cristal está diferente, algo acontecerá logo e não há mais tempo. Eis que surge o inesperado, o Cristal estilhaça em sua frente, lançando fragmentos para todos os lados, o que aconteceu ao Rei? Só o tempo dirá.

Você, na pele de Butz Klauser, um andarilho que viaja pelo mundo, após um cansativo dia percorrendo os mais distantes lugares, decide parar e descansar em uma floresta, acende uma fogueira e esquenta-se ao lado de seu melhor amigo, Boco, o chocobo. É então que um intenso barulho parece vir dos céus, logo após, um terremoto junto com um estrondoso barulho, aparentando que foi num local próximo, poisé, parece que seu descanso acabou, então você monta em Boco e decide investigar o que aconteceu.
Após algumas milhas, você avista uma outra floresta que foi parcialmente devastada, desce de Boco e começa a adentrar pela floresta, é então que surge uma visão inesperada, um estranho meteoro, não bastando isso, ainda encontra uma garota desmaiada, vítima de um ataque de Goblins. Bravamente, você luta contra eles e a salva de ser devorada viva, após agradecê-lo ela lhe fala seu nome, Lenna, mas você ainda desconhece a sua importância. De repente, outro barulho, vocês decidem investigar, e após alguns passos, avistam um velho homem, desmaiado ao lado do meteoro, após acordá-lo, ele lhes fala que não se lembra de absolutamente nada, mas no mesmo instante surge um lapso de memória, seu nome é Galuf.

São muitos acontecimentos estranhos de uma só vez, mas não há tempo para pensar, Lenna está com pressa, diz que precisa ir para o Santuário do Vento, estranhamente, ao falar isso, Galuf tem um pressentimento que deve ir também, e mesmo não conhecendo-o (nem ele a si mesmo), decidem ir juntos. Você, sem se importar com o objetivo dos dois, e não querendo se envolver, decide trilhar seu próprio caminho e continuar viajando com seu parceiro Boco. E então a aventura começará!
Bom, os acontecimentos iniciais, aparentemente tão simplórios e com poucos diálogos, já revelam o porquê da negativa fama de Final Fantasy V, o fraco enredo. Claro, se você é fã de histórias originais do tipo “cavaleiro mata dragão e salva princesa”, isso não será um problema, mas para quem já jogou até mesmo seu excelente antecessor, Final Fantasy IV, notará a perda de qualidade na construção da trama em geral. Nem mesmo o fato de existirem 3 dimensões trarão acontecimentos inovadores, pois o jogo resume-se a lutar muito e falar pouco, claro, um fato que pode não ser tão ruim para quem está farto de novelas.

O mais intrigante são os personagens pouco carismáticos, ao todo, são 5 personagens: Butz, o viajante sem rumo, Lenna, a princesa rebelde de Tycoon, Faris, o capitão dos piratas com um rosto muito liso e voz muito fina para tornar-se suspeito o suficiente, Galuf, o ancião com amnésia, e Cara, *spoiler entra aqui*. Nenhum deles demonstram profunda diferença entre si, os sentimentos humanos, que são uma característica marcante da série, não são inexistentes, mas mostram-se pouco evidentes, tímidos. Bom, ao menos temos um vilão com um objetivo “fantástico”, afinal, Neo Exdeath quer destruir a todos e a si mesmo, puxa vida… bem interessante e original, não acham?

Mas vamos ao ponto forte de Final Fantasy V, seu sistema de classes! O sistema que foi inicialmente apresentado em Final Fantasy III (NES), retornou em grande estilo. Durante sua jornada, você encontrará 4 cristais, cada qual representando determinado elemento, ou seja, vento, água, fogo e terra, à medida que eles quebrarem-se, fragmentos serão espalhados, e cada fragmento terá o poder de conceber uma nova classe para todos os personagens do seu grupo. Uma vez que um personagem tiver uma classe, um tipo de experiência paralela será adquirida em cada batalha vencida, ou seja, os ABP (Ability Points), dessa forma, cada habilidade necessita de certo custo de ABP para ser adquirida, uma vez que tenha-se alcançado esse custo, essa habilidade estará disponível e poderá ser transferida para qualquer outra classe do personagem que a adquiriu. Ao todo, são 22 classes, e sim, falarei de cada uma delas:





















O sistema de batalhas de Final Fantasy V deu continuação ao famoso sistema ATB (Active Time Battle) criado em Final Fantasy IV, no qual o tempo flui constantemente, portanto, mesmo que o tempo necessário para o turno de algum personagem tenha se completado, o tempo dos outros continuará fluindo, idem para os inimigos, conferindo uma batalha muito mais dinâmica e que necessita de mais habilidade por parte do jogador, para iniciantes, é possível desabilitar o modo ATB e diminuir a velocidade da batalha, para os jogadores “hardcore” como quem vos escreve, ATB e velocidade máxima!

Apesar de todos os prós e contras, aliás, mais contras do que prós… todos os elementos tradicionais da série Final Fantasy estão aqui presentes, oras, tem chocobos! Fato que por si só, já o torna um jogo obrigatório para os fãs incondicionais da série. Muitos podem não ter conseguido jogar até sua metade, e eu os compreendo, mas se eu olhasse só por esse lado, realmente não teria mais ânimo para continuar, pois o verdadeiro trunfo de Final Fantasy V é com certeza seu divertidíssimo sistema de jobs, o que parcialmente encobrirá todo o fato de possuir uma história clichêzão, personagens e vilões pouco carismáticos e batalhas que acontecem numa frequência de passo-a-passo. Se você tiver muito mais paciência, tentará derrotar os temíveis e insanos Omega e Shinryuu, eu não tive, então… prepare-se para lutar, lutar e lutar para ganhar muitos níveis!


Gráficos: 7Pegue Final Fantasy IV, reaproveite alguns cenários e sprites, agora dê uma pincelada nas cores e uma suavizada nos pixels, rá! Nasce Final Fantasy V! Bom, não houve mudanças drásticas desde seu antecessor, mas alguns detalhes deixaram os gráficos e animações mais vivos, como uma maior paleta de cores, além de inimigos e chefes bem maiores e mais detalhados, o que os destacou e aumentou a distinção entre os sprites e os cenários, além de efeitos mais trabalhados. Um dos detalhes que vale ressaltar, é que pela primeira vez na série temos expressões faciais, o que pode parecer pouco, mas conferiu um ar bem mais simpático, característica que foi levada aos sucessores.
Música: 8Nobuo Uematsu, como sempre, fez um ótimo trabalho, que rendeu 3 álbuns: “Final Fantasy V OSV”, com a compilação das músicas originais, “Final Fantasy V Piano Collections”, apresentando as 13 músicas mais belas tocadas no piano e “Final Fantasy V Dear Friends”, com 14 músicas arranjadas no sintetizador. Não podemos comparar esse trabalho com seus sucessores, mas temos um avanço considerável, em que percebemos a transição entre a experimentação de Final Fantasy IV e a posterior maturação em Final Fantasy V. Músicas como “Lenna’s Theme” e “Home, Sweet Home” são realmente tocantes e memoráveis, já “The Ancient Library” e “Battle with Gilgamesh/Clash on the Big Bridge” são petardos inesquecíveis.
Enredo: 3A parte espinhosa… bom, comparado a série Final Fantasy habitual, não há outra palavra para descrever o enredo de Final Fantasy V como ingênuo, o que antes classifiquei como processo de maturação, como as músicas, o enredo considero um retrocesso. Uma das grandes vantagens de jogar um RPG, é a sua imersão, mas aqui passamos longe disso, com personagens de baixo carisma, história pouco elaborada e eventos totalmente previsíveis, seria excelente como um livro infantil, mas não, carimbaram o logo Final Fantasy e arriscaram sua reputação. Mas considero que toda franquia que possui uma alta longevidade passa por seus altos e baixos, e em Final Fantasy V, isso ficou evidente.
Jogabilidade: 9O ponto forte, se por um lado temos um enredo pecaminoso, por outro, temos uma excelente e divertida jogabilidade, por quê? Ora, o que é mais divertido que um sistema de classes com dezenas de possibilidades e personagens totalmente customizáveis? Isso realmente chuta bundas! Afinal, o foco de Final Fantasy V são mesmo as batalhas, então nada melhor do que transformar seus guerreiros em máquinas de guerra invencíveis! Garanto que horas serão perdidas simplesmente pensando em táticas e combinações de habilidades para tornar seus personagens indestrutíveis, afinal, nada mais recompensador do que derrubar seus oponentes em poucos segundos graças a um personagem bem construído.
Replay: 6Mediano, como em todo Final Fantasy, se você não conseguiu pegar tudo jogando pela primeira vez, é interessante jogar novamente, dessa vez com um detonado do lado (somente se já venceu, safadão) para ver as besteiras que você fez e se achava o máximo. Outro fato são as classes que você ignorou da primeira vez, e quando se tocou, já era tarde para correr atrás delas, então nada como uma segunda chance!
Nota Final:7