25 de Fevereiro de 2010
E vamos para a segunda parte desse retronado!!
Rumamos para Aged Cave, onde vamos investigar o tal Ferric Falcon que o Hartable disse que tinha caído lá. Logo na entrada da caverna, avistamos uma estátua amarela. É através dela que salvamos o jogo.
Save point!
Mais a frente, temos uma bifurcação, onde o caminho a seguir seria à direita. Mas como queremos explorar cada pixel desse jogo, vamos mostrar primeiro o caminho da esquerda.
Nesse local, vemos mais a frente uma outra estátua, de coloração azul. Está estátua, por sua vez, serve para você recuperar todo o HP e SP.
Aqui recuperamos o HP e o SP!
Um pouco mais a frente, vemos uma espécie de engrenagem. Mas ao chegar próximo a engrenagem, um rato cai do céu na nossa direção! Depois do susto, percebi o que era isso…Era a nossa primeira batalha!!!
- Adendo: O Sistema de Combate:
Melhor definição impossível!!!
A tela de combate guarda uma certa semelhança com os RPGs táticos, como Front Mission e Final Fantasy Tactics. Os heróis e os inimigos estáo dispostos em um cenário dividido em quadrados, onde eles podem se movimentar e efetuar ações (ataques, skills, armadilhas, uso de itens, etc.) de acordo com o número de Act Points de cada um. Dependendo da proximidade do seu personagem em relação ao inimigo, cada quadrado consome uma certa quantidade de Act Points, quanto mais próximo, maior o número de Act Points para andar um quadrado. A movimentação pode ser efetuada nas oito direções, ou seja, há a possibilidade de se mover diagonalmente. O Botão A serve para desferir ataques normais, e a sua posição em relação ao adversário influencia no dano desferido. Outro recurso bastante interessante é a utilização dos botões L e R para girar o seu personagem, afinal de contas, não basta estar próximo ao inimigo para desferir um golpe certeiro, é preciso estar de frente a ele.
Talvez tenha muita informação nesse descrição, certo (e ainda não coloquei alguns detalhes que serão descritos posteriormente)? Mas como eu sou um cara bonzinho, aqui vai mais um vídeo dessa primeira batalha:
Aliás, repararam na maneira que o nosso querido velhinho ataca? Pois é, pessoal, tudo aquilo que a Capcom disse sobre o mestre do Ryu e do Ken era uma mentira. Que Sheng Long nada, foi o avô de Red e Blue que ensinou o tatsempuu-kyaku (Hurricane Kick em inglês, ou, em linguagem de fliperama do bar da esquina, o helicóptero..=D).
Após essa explicação sobre a tela de batalha e a revelação bombástica, voltamos a nossa programação normal.
Após seguir pela entrada à direita, passar por mais algumas salas e enfrentar alguns inimigos, temos uma cena onde algumas pessoas, no final do desfiladeiro, resolvem utilizar uma bomba para acabar de vez com o maldito Ferric Falcon. Em seguida, vemos alguém subir no Falcon. Logo depois, sabemos que essa pessoa é nada mais nada menos que o pai de Red e Blue! Mas não há muito tempo para averiguarmos isso, já que a bomba explode e só nos resta fazer o que todo aventureiro corajoso, forte, sensato e sagaz faria….
Pernas pra que te quero!!!!
Aliás, esse é um recurso bastante utilizado em vários jogos, não só de RPGs, mas de outros estilos (Super Metroid é o que eu lembro logo de cara). Mas como esse é um blog de RPGs, deixo para comentar sobre isso em outra ocasião. =D
Bom, após enfrentar alguns inimigos chatos que insistiam em atrasar a sua fuga, e também um festival de pedras caindo em cima de você (e que, além de te atrasarem, causavam dano), conseguimos finalmente escapar da caerna. Do lado de fora, vemos que a Ferric Falcon também escapa de lá, com o pai de Red e Blue a bordo. Entretanto, por conta dos danos causados pela explosão, ela não consegue ficar muito tempo no ar e cai nas montanhas próximas.
O que será que aconteceu com a Ferric Falcon? Por quê queriam explodí-la? E o que diabos o pai de Red e Blue estava fazendo por lá? Quem nasceu primeiro, o ovo ou a galinha?
Essas perguntas (bom, não a última, é claro…=D) serão respondidas no próximo retronado. Aguardem!!
Até a próxima e bons RPGs a todos!!!
23 de Fevereiro de 2010
Se você já acompanha o Retro Fantasy por algum tempo, provavelmente deve ter notado três coisas:
Bom, entre minhas andanças sem rumo pelo mundo dos jogos mais bizarros da internet, achei um carinha simples, mas muito interessante, e acho que vale a pena falar um pouco sobre ele nesse dia de verão e sol escaldante, trata-se de Desktop Dungeons.
Desktop Dungeons é um roguelike bem casual, inspirado no famoso roguelike Dungeon Crawl (futuramente quero falar mais sobre ele), criado em 1995 por Linley Henzell. Bem, um grande problema da maioria dos roguelikes é o tempo que se perde explorando calabouços, muitas vezes leva-se horas e horas para simplesmente morrer e sair de mãos vazias, ok… então qual o diferencial dele? Simples, ser um roguelike onde seja possível jogar só 10 minutos antes do seu chefe chegar e te dar aquela carcada gostosa, tem coisa melhor?
Escolha bem para não chorar depois, isso é jogo de macho.
Você terá disponível 5 raças: humanos, elfos, anões, halflings (ou hobbits) e gnomos. Cada uma dessas raças possui 4 classes diferentes: guerreiro, ladrão, clérigo e feiticeiro. Cada raça terá suas vantagens características, por exemplo, um anão pode converter glifos de habilidades em vitalidade, enquanto um elfo converte em mana, ou seja, pela lógica, compensaria criar um anão guerreiro ao invés de um elfo guerreiro, e vice-versa.
Após escolher sua raça e classe, o jogo começa sem firulas. A primeira coisa que você notará de diferente quanto aos roguelikes comuns, é que os inimigos não se mexem, ao invés disso, você terá a possibilidade de escolher com quem lutar, eles só te atacarão se você fizer o mesmo. Outro detalhe é que ao apontar o mouse sobre um oponente, seus atributos serão revelados, dessa forma, você saberá se você é forte o suficiente para derrotá-lo, se não for, simples, procure outros oponentes mais fracos e ganhe nível suficiente para voltar nele.
Ajoelhem-se perante Sir Kao, o anão destruidor!
Durante a exploração do calabouço, vão surgir vários detalhes que podem te ajudar muito, como itens para recuperar e aumentar seus atributos, magias que podem ser adquiridas ou convertidas por atributos, além de lojas (todas careiras) e altares onde se oferecem penitências em troca de dádivas. Basicamente é isso, simples mas bem divertido.
Só para avisar, o jogo é difícil, BEM DIFÍCIL, digo isso pois joguei inúmeras vezes, e ainda não consegui derrotar todos os inimigos de um calabouço. O segredo é como em todos os roguelikes, utilizar da melhor forma seus itens e magias para ficar vivo, e matar todos os inimigos que puder para ficar forte e não ter problemas, mas não se preocupe, você vai ter. Cada calabouço possui um chefe, que aparentemente não difere em nada dos inimigos comuns, a não ser pelo fato de ser absurdamente mais forte, além de falar algo como: “Vou te fatiar em mil pedaços e comer no café da manhã, hahaha!”.
Tsc, tsc… meras paredes não são problemas para magos.
É isso, até que falei bastante para um jogo que dura 10 minutos. Resumindo, Desktop Dungeons é obra de um cara conhecido como “Nandrew” , e foi desenvolvido com a poderosa ferramenta Game Maker, a mesma de Wanderlust, sobre o qual falei quando o blog ainda engatinhava. Caso você consiga um bom recorde, pode enviar para o Gamemaker Highscores e demonstrar todo o seu vício, só não fale que foi na hora do expediente.
Download do Desktop Dungeons: NAG Online Forums
17 de Fevereiro de 2010

Piece of Heart #6
Piece of Heart #7
Secret Seashell #14
Secret Seashell #15
Secret Seashell #16
Secret Seashell #17
Depois de sair da dungeon, vá para oeste e aprenda uma nova música, o “Manbo’s Mambo”, que tem como finalidade te transportar diretamente para a o “Manbo’s Pond”, a bruxinha que vive na casa que fica perto do lago agora vende uma poção que recupera a sua energia quando ela acaba.
Depois de uma volta, você começará ser seguido por um fantasma…
Manbo até que faz um mambo legal
Fantasma!
Calma, calma, se ficar parado um pouco ele sussurra que apenas quer ver a casa dele, então é isto que iremos fazer, a casa dele fica perto de onde se encontrou com a Marin.
Depois de entrar na casa, ele irá ver que sua casa está do jeito que estava, e que agora pode descansar em paz, então leve ele para a sua tumba que fica perto da casa da bruxa. Quando chegar lá, a coruja aparecerá e dirá que é necessário explorar as águas da “Martha’s Bay” para encontrar o “Catfish’s Maw”. Antes, uma foto.
Antes de irmos para “Catfish’s Maw”, passemos na “Animal Village”. Entre na casa da cabra e troque o hibisco pela carta, entregue a carta para o Mr. Write que fica no caminho para a pântano. Ele receberá a carta e em troca você receberá uma vassoura.
Não é exatamente isto que o Link foi procurar…
Acho que aconteceu um engano aqui
Passe na “Mabe Village” e entregue para a moça que até então varria o chão, ela vai trocar a vassoura pelo anzol, aproveite que está aí e dê uma bisbilhotada pela janela. Muito provavelmente você terá agora em torno de 900 rupees, não é obrigatório agora, mas é bom juntar umas 980 rupees para comprar o arco e flecha, ele será indispensável depois da próxima dungeon, você pode até roubá-lo, mas se roubar, não poderá mais entrar na loja e as pessoas te chamarão de ladrão pelo resto do jogo.
Aha! Então esta é a voz do telefone!
O crime não compensa.
Depois volte para “Animal Village”, encontre o pescador debaixo da ponte e entregue o anzol para ele pescar um colar, que era exatamente o que a sereia queria, fale com ela e ela te entregará algumas de suas escamas, depois desta viajem toda siga uma tela ao sul e entre no …
Nesta dungeon tem como evitar o mini-nightmare, pois para pegar as small-keys é preciso usar somente o hookshot. Depois que pegar o hookshot, evite de pegar o baú que fica próximo a saída, ele tem 200 rupees, na dungeon existem 2 outros baús que te dão 50 rupees cada. Você ainda precisará de 300 rupees para completar o jogo (praticamente 1500 rupees para zerar o jogo)
Sala vazia
Agora com o Master Stalfos
Você precisa derrotar o “Master Stalfos” quatro vezes nesta dungeon, e todas elas são iguais. Dê um espadada nele, quando ele se desmontar, deixe uma bomba, depois de umas três bombas ele fugirá para a próxima sala, quando chegar na quarta, ele finalmente será destruído e soltará o hookshot que roubou.
Hookshot
Desmascarando o inimigo
Mini-nightmare: Como dito anteriormente, você pode evitá-lo, mas se quiser enfrentar, é só esperar ele abrir o olho e atirar com o arco-e-flecha ou com o hookshot.
Nightmare: Desvie do rabo da enguia que gira, quando ela botar a cabeça para fora, puxe ele com o hookshot e dê espadadas na parte que tem um coração.
Mini-nightmare
Nightmare
O quinto instrumento
Pronto, A “Wind Marimba” é sua! Daqui em diante o enredo do jogo começa a se fechar, então não perca as próximas partes deste retronado!
15 de Fevereiro de 2010
Quer melhor motivo para gostar de RPGs? Além de todo o conjunto de músicas épicas e enredos mirabolantes, ainda temos belas artes que concedem o toque final à obra-prima. O RPG é todo esse conjunto que nos faz imergir sobre um mundo fantástico por trás de uma realidade mundana, e nos vemos em outro paralelo do qual gostaríamos de nos aventurar como forma de escapismo.
Nessa nova série, “RPG é Arte”, gostaria de compartilhar um pedaço desses mundos e personagens pela visão de caras como nós, batalhadores e errantes, mas acima de tudo, sonhadores. O ato de transmitir a visão que temos de uma utopia é fantástico, ainda mais fantástico retratando-se jogos de gerações passadas, que devido as suas limitações, fermentavam a nossa imaginação e deixavam a criatividade fluir, e essa era a grande mágica dos jogos clássicos.
Para estrear essa série, trago um carinha já muito conhecido pela maioria dos fãs de RPG:
E aí? Bom, se você ainda não sabe o nome desse garoto, desculpe, sou chato e não vou falar, afinal, é sua obrigação saber o nome de um dos maiores heróis da história dos RPGs, estou errado?
A obra é trabalho do talentosíssimo artista conhecido como chilin, que usa e abusa de curvas precisas e cores vivas em suas criações. Além de artes com personagens e cenários próprios, o cara também rabisca personagens de animes e jogos populares, muitas vezes em formato de caricatura, que parece ser sua especialidade. Agora faça o favor de conferir sua página do deviantART e chega de apresentações, afinal, uma imagem vale mais do que mil palavras de um velho matraca.
Até o próximo momento cultural.
12 de Fevereiro de 2010
E, sem mais delongas, vamos ao início do retronado.
Logo de cara, temos um filme de abertura simples e singelo. Para aqueles que não conhecem o jogo, não se desesperem!! Como eu sou um cara bonzinho, trago para vocês o vídeo de abertura:
Após iniciar o jogo, temos uma cena onde duas crianças estão dormindo. Mas eles não ficarão na mordomia por muito tempo, pois um velhinho tenta acordá-los de todas as maneiras. Quem desperta primeiro é a criança mais nova, Blue, que subitamente começa a chorar copiosamente. E o velhinho ainda briga com ela, dizendo que desde que eles se instalaram na casa deles há 3 meses atrás, ela sempre acorda chorando!! Tadinha!!!
Nada como carinho com as crianças!
Vocês não estão com peninha dela?
O bom velhinho então volta as suas atenções para Red, o irmão mais velho de Blue, e temos o início de um flashback, onde vemos o pai deles. E ele é um caçador de recompensas! Tudo bem que ele mal vê os seus filhos por conta disso, e o também o fato de que ele não contou para os seus filhos o porquê dele ficar meses e meses fora de casa, e Red, como um bom adolescente, faz questão de demonstrar isso, e esse é um dos motivos de Blue sempre chorar quando acorda, e, por conta disso, eles vão morar na casa do avô rabugento deles, mas deve ser um emprego e tanto!
Após o flashback, com Red e Blue já devidamente acordados, o bom velhinho resolve ser um pouco mais bonzinho, convidando os seus netos a ouvirem o tic-tac de um relógio dentro do seu corpo. Ele explica que aquele relógio é um símbolo do seu amor eterno pela falecida esposa, e que, enquanto ele ainda estiver em pé, esse relógio ainda estará em pleno funcionamento. E ainda dizem que não existe mais romantismo no mundo!
Quem diria!! O velhinho é um romântico assumido!
Mas esse tenro momento de carinho entre entes queridos é interrompido por um dos habitantes da aldeia, Harbatle, que chega mais do que ofegante, dizendo que há um Ferric Falcon numa caverna perto dali. Red logo lembra que o seu pai falava sobre Ferric Falcon todo o tempo. O avô deles resolve investigar, e pergunta se eles não querem ir junto com ele. Isso significa uma coisa: agora o jogo vai começar de verdade! Mas isso fica para o próximo retronado, onde aprenderemos um pouco mais sobre a tela de combate.
Até a próxima e bons RPGs a todos!